As fotos que publico aqui são da ex-soldado israelense Eden Abergil com prisioneiros palestinos, tiradas em 2008 em uma base militar israelense próxima a Gaza, colocadas em sua página em um site de relacionamentos e reproduzidas por um jornal local.
Penso que reproduzem exatamente o tratamento dispensado pelos judeus aos palestinos, sobre os quais já discorri neste texto escrito quando da invasão de navios que levavam ajuda humanitária a Gaza. Humilhação, domínio e lento extermínio.
Na verdade nem culpo a moça por seu comportamento brutal. Na prática ela é produto de um sistema que incute nos soldados e nas pessoas a idéia de que palestinos são seres inferiores. O velho e odioso racismo.
Notem que os prisioneiros estão vendados e, na foto de cima, com as mãos amarradas. A ex-militar alega que deu de comer e beber aos presos e que estes não sabiam que estavam sendo fotografados. Ainda se queixa de que “não fez nada de errado” e questiona a postura do comando do exército israelita.
Lembro aos leitores que as mulheres, em Israel, passam por dois anos no Exército obrigatoriamente.
Lamentável.
(Fotos: O Globo)

7 Replies to “Barbárie Israelense”

  1. Mais uma vez, não há bem X mal nesta história. Leia: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/morre-ultimo-palestino-envolvido-no-atentado-das-olimpiadas-de-munique.html

    Funeral militar é para heróis de guerra. Não para terroristas. Assim, terrorismo se torna uma extensão do estado. Desse jeito, daqui a pouco você defenderá ações terroristas do governo ou contra ele, dependendo de que lado estiver no poder. Nenhum dos lados presta!

    “Ninguém clama por liberdade se não se sente ameaçado de perdê-la.” (Décio de Almeida Prado, crítico teatral)

  2. Bruno, eu já escrevi sobre o assunto outras vezes. A desproporção de forças é brutal.

    Os judeus estão fazendo com os palestinos igualzinho ao que os nazistas fizeram com eles. Só faltam as câmaras de gás, que são mais sofisticadas hoje em dia.

    Não sou a favor da violência, mas não dá para ser recebido com flores, né ? Ainda mais quando se é tratado com brutalidade, assassínios e opressão.

  3. Com estas afirmações, espero que você consiga um cargo no governo Dilma em alguma gerência da Petrobrás. Porque totalmente alinhado ao governo populista do PT você já está. Eles é que ainda não descobriram o recurso capaz, fiel e inestimável que têm dentro da empresa, sem precisar trazer recursos de sindicatos ou do partido.

    Torço muito por você amigo, e por seu sucesso. Com atitudes como esta, espero que você desperte a atenção deles e consiga subir na vida. Você merece. Independente das nossas divergências políticas.

  4. Bruno, nós estamos falando de coisas completamente diferentes. Mesmo.

    Não consigo ver onde a minha posição pró-palestina – melhor seria dizer anti-Israel, mas esta é uma outra história – tem a ver com a Petrobras e o PT.

    Aliás, uma coisa é que os cargos gerenciais mudam muito pouco dependendo de quem está no poder. Hoje até as diretorias, embora indicações políticas, são funcionários de carreira.

    abs

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