Na última segunda feira estreou o programa de vídeo da porção carnavalesca do Ouro de Tolo, o “Bar Apoteose”. Transmitido ao vivo, reúne colunistas desta revista eletrônica especializados em carnaval e convidados. A ideia é realizar ao menos quinzenalmente, debatendo todos os aspectos das escolas de samba cariocas e assuntos correlatos.

O primeiro programa reuniu a mim, os colunistas Aloisio Villar e Fred Soares e o apresentador e também colunista Alex Cardoso.

Acima temos o primeiro programa, na íntegra para quem não pôde ver ao vivo. Os principais temas abordados foram:

– Safra de sambas de enredo do Grupo Especial;

– O momento atual vivido pelo samba de enredo;

– O desafio da São Clemente para o desfile de 2016;

– A piora da situação econômica das agremiações para o próximo ano, com explicação didática;

– Os maiores sambas de enredo da história da Unidos da Tijuca;

– A safra escolhida do Grupo de Acesso A;

– As escolhas de Império Serrano, Caprichosos de Pilares e Império da Tijuca;

– O enredo do império Serrano para o carnaval 2017;

– A fundação da “Nação Insulana”, a mais nova escola de samba carioca;

– O imbróglio envolvendo a organização dos desfiles das escolas dos grupos da Intendente Magalhães;

– Histórias do carnaval;

O próximo programa será na próxima segunda feira, dia 7, ao vivo. Os leitores podem colocar perguntas e sugestões de temas para o próximo programa na área de comentários. Veja, comente e divulgue!

Até lá!

6 Replies to “Bar Apoteose – 31/08/2015”

  1. Olá a todos!

    Vocês falaram sobre a Rocinha e tem uma curiosidade muito interessante. A partir do momento que o Maurício Mattos assumiu a presidência e que a Rocinha teve uma gestão mais empresarial, ela nunca havia feito enredo patrocinado. Até 2014. E nesse ano, levou um belo de um fora e se deu mal.

    Abraços

    1. Eu ia falar mas não deixaram: naquele ano por mais que fosse a escola do presidente não tinha como segurar. A Rocinha cairia até se desfilasse em grupos da Intendente.

      Uma curiosidade é que o enredo foi proposto à Portela antes de parar na Rocinha

  2. Com a triste perda do Luizito sugiro um debate sobre intérpretes e sua identificação com as escolas. Há aqueles sempre envolvidos em troca-troca de agremiação e a minoria, da qual o Luizito fazia parte, com a cara de uma escola. E olha que conseguir isso sucedendo Jamelão não foi tarefa simples.

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