Na última segunda feira estreou o programa de vídeo da porção carnavalesca do Ouro de Tolo, o “Bar Apoteose”. Transmitido ao vivo, reúne colunistas desta revista eletrônica especializados em carnaval e convidados. A ideia é realizar ao menos quinzenalmente, debatendo todos os aspectos das escolas de samba cariocas e assuntos correlatos.
O primeiro programa reuniu a mim, os colunistas Aloisio Villar e Fred Soares e o apresentador e também colunista Alex Cardoso.
Acima temos o primeiro programa, na íntegra para quem não pôde ver ao vivo. Os principais temas abordados foram:
– Safra de sambas de enredo do Grupo Especial;
– O momento atual vivido pelo samba de enredo;
– O desafio da São Clemente para o desfile de 2016;
– A piora da situação econômica das agremiações para o próximo ano, com explicação didática;
– Os maiores sambas de enredo da história da Unidos da Tijuca;
– A safra escolhida do Grupo de Acesso A;
– As escolhas de Império Serrano, Caprichosos de Pilares e Império da Tijuca;
– O enredo do império Serrano para o carnaval 2017;
– A fundação da “Nação Insulana”, a mais nova escola de samba carioca;
– O imbróglio envolvendo a organização dos desfiles das escolas dos grupos da Intendente Magalhães;
– Histórias do carnaval;
O próximo programa será na próxima segunda feira, dia 7, ao vivo. Os leitores podem colocar perguntas e sugestões de temas para o próximo programa na área de comentários. Veja, comente e divulgue!
Até lá!
Parabéns pelo programa.
Muito bom. Que venham os próximos.
Olá a todos!
Vocês falaram sobre a Rocinha e tem uma curiosidade muito interessante. A partir do momento que o Maurício Mattos assumiu a presidência e que a Rocinha teve uma gestão mais empresarial, ela nunca havia feito enredo patrocinado. Até 2014. E nesse ano, levou um belo de um fora e se deu mal.
Abraços
Eu ia falar mas não deixaram: naquele ano por mais que fosse a escola do presidente não tinha como segurar. A Rocinha cairia até se desfilasse em grupos da Intendente.
Uma curiosidade é que o enredo foi proposto à Portela antes de parar na Rocinha
Não deixaram? tadinho, ninguém falou mais lá que vc kkkk
Com a triste perda do Luizito sugiro um debate sobre intérpretes e sua identificação com as escolas. Há aqueles sempre envolvidos em troca-troca de agremiação e a minoria, da qual o Luizito fazia parte, com a cara de uma escola. E olha que conseguir isso sucedendo Jamelão não foi tarefa simples.