Durante boa parte das 33 rodadas já disputadas, o Brasileirão ficou marcado pelo equilíbrio. Muito se falou que, ao contrário do que aconteceu nos três últimos anos, não era possível dizer quem seria o campeão. A melhora no nível técnico trouxe pelo menos seis ou sete candidatos que fizeram uma intensa disputa até a reta final do primeiro turno, quando alguns, que hoje sequer figuram entre os 10 primeiros, já começaram a despencar.
Na virada do turno, a disputa ficou polarizada entre Corinthians e Atlético Mineiro, com o Grêmio ali correndo por fora. Ao final da primeira metade do Brasileirão, o Timão já tinha quatro pontos de vantagem. Desde então, jamais ficou com uma vantagem menor que esses quatro pontos. Mas por que, então, se demorou tanto a admitir que o título estava nas mãos do Corinthians? Porque o Corinthians de 2015 é um time diferente.
O Corinthians de 2015 começou encantando com um futebol que há muito tempo não se via no Brasil. Em 20 dias, o conto de fadas se tornou um pesadelo e até como candidato ao rebaixamento o alvinegro foi apontado. A partir daí, Tite juntou os cacos e foi levando o seu time ao patamar de outrora. Com calma, dando um passo de cada vez. Mas seja pela fragilidade aparente do elenco ou pela decepção no primeiro semestre, nem mesmo a torcida parecia acreditar muito no Corinthians. O líder que tinha quatro pontos de vantagem parecia que iria desmoronar a qualquer momento – e eu mesmo escrevi isso várias vezes aqui.
Sempre o jogo seguinte parecia ser aquele que quebraria o ritmo do time. E esse jogo não vinha. Passeando contra os catarinenses, quase imbatível na Arena e extremamente concentrado em qualquer situação, o Corinthians pavimentou jogo a jogo a estrada rumo ao título. De algumas rodadas para cá, começou a dar show, a mostrar sua superioridade e, aí sim, passou a ser apontado como o provável vencedor. Agora, já não há mais dúvidas de que o hexa é questão de tempo. Implacável, cirúrgico, arrasador… 3 a 0 no vice-líder e uma vantagem de 11 pontos. Como se diz na Fórmula 1, o Corinthians guia sua campanha na ponta dos dedos e já aponta na reta para receber a bandeira quadriculada.
Atuação extremamente segura do São Paulo, o que de certa forma me surpreendeu bastante. Depois daquela cajadada no meio de semana pela Copa do Brasil, esperava um time na melhor das hipóteses desinteressado, mas vi um São Paulo ligado, com vontade, ciente de que precisa chegar à Libertadores. O Sport não foi o time organizado dos últimos jogos e tive a impressão de que também esperava encontrar um adversário menos ligado. Tanto que começou o jogo com uma proposta até mais ofensiva que de costume, mas não demorou a sucumbir perante os donos da casa.
O jogo do São Paulo foi basicamente controlar o meio de campo para, ao mesmo tempo, conter os avanços do Leão e criar suas jogadas de ataque. O time rodou bem mais a bola, usando bastante das laterais para achar espaços na sempre trancada defesa pernambucana e foi justamente por ali que criou a jogada do primeiro gol. Com a vantagem, encontrou mais facilidade para jogar no ataque e logo conseguiu o segundo gol em uma jogada muito rápida. No segundo tempo, o Sport, que praticamente jogou a toalha após o segundo tento (tinha vivido um bom momento uns minutos antes, perdendo inclusive grandes chances) e o Tricolor decretou a vitória com um bom chute de Michel Bastos. O que podia ter sido uma tarde pra “lavar a alma” acabou virando mais dor de cabeça quando o jogador mandou a torcida “calar a boca”, o que foi uma das maiores burrices do Brasileirão. De todo modo, o São Paulo está na briga de novo.
Avaí 1 x 1 Cruzeiro
Mais um jogo que praticamente não aconteceu por causa do gramado da Ressacada, que é de longe uma das coisas mais bizarras do ano. Quando chove, é impraticável. Avaí e Cruzeiro foram quase obrigados a abdicar do jogo e apostaram quase que integralmente em chutes de fora da área. Quase de férias, o Cruzeiro não jogou nada e os catarinenses, desesperados pelo resultado, foram bastante superiores. De fora da área, abriram o placar e acabaram despertando um pouco a Raposa, que também tentou bastante de fora da área, mas chegou ao empate com a bola no chão. Resultado justo pelo que não era possível fazer nesse gramado.
Ponte Preta 1 x 0 Joinville
Dizer que a Ponte Preta jogou bem é quase absurdo. Contra um time muito mais fraco e em casa, dominou completamente o jogo, mas pouco conseguiu transformar esse domínio em chances reais de gol. Um futebol pouco objetivo, excessivamente descentralizado e de erros em fundamentos básicos como as finalizações. Pela fragilidade do Joinville, a vitória foi alcançada de tanto insistir nas mesmas jogadas. E nem foi com um gol da Ponte, já que quem mandou a bola para as redes foi o zagueiro catarinense Guti. A essa altura do Campeonato, mais do que nunca, o que valem são os três pontos. Desse modo, valeu e valeu muito.
Estava óbvio, por tudo que o Figueirense aprontou nesse Campeonato, que esse jogo seria perfeito pro Coritiba sair da crise. Como não era muito difícil de prever, o Figueirense fez um jogo completamente apático e foi dominado por um Coritiba cuja luta chega a ser comovente. O time é extremamente limitado, mas tem uma entrega impressionante. Na base do improviso, o Coxa foi pra cima e foi criando suas jogadas. O time catarinense, apesar da inoperância no ataque, marcou muito bem e deu poucos espaços, mas acabou paçocando em uma jogada que contou com três trapalhadas seguidas. Aí ficou fácil para Juan abrir o placar.
Parecia um jogo muito bem encaminhado para o time alviverde, já que o Figueira se mostrava incapaz de mostrar qualquer consistência ofensiva. Mas no fim das contas o alvinegro acabou chegando ao empate quase que “sem querer querendo”, contando com uma falha do goleiro rival em um chute de longa distância. Esse é um daqueles exemplos de que quando a fase é ruim, nada dá certo. Um tanto abatido, o Coritiba demorou a se reencontrar e, quando conseguiu, não encontrou outra sequência de falhas como aquela que lhe deu o primeiro gol. Resultado decepcionante e muito ruim.
Atlético Mineiro 0 x 3 Corinthians
Se formos dividir o jogo em três partes, em duas delas vai ficar clara a diferença de 11 pontos entre os dois times na tabela. A primeira parte durou mais ou menos uns 20 minutos. O Corinthians, mesmo jogando fora de casa, foi o time de sempre. Tocou muito bem a bola, foi intenso, ofensivo, propôs o jogo e apostou em uma forte marcação no meio de campo. O Atlético, mesmo tendo todo o ambiente a seu favor, estava nitidamente nervoso. Errando passes simples, errando muito na saída de bola e sem qualquer consistência tática. É o retrato do Campeonato. Tecnicamente, pouca diferença. Na hora de transformar a qualidade em desempenho, um abismo.
A segunda parte do jogo foi, curiosamente, a maior delas, e justificaria um maior equilíbrio nessa disputa. Mais tranquilo, o Atlético dominou o jogo ao controlar o meio-campo. Porém, na hora de se aproximar do gol, uma ineficiência quase crônica. Mesmo com jogadores de qualidade, o Galo não encontrou espaços quando enfrentou a dupla de zaga formada por Gil e Felipe e, principalmente, pelas laterais. O contestado Edilson e o promissor Guilherme Arana foram impecáveis e restou ao time da casa insistir em bolas aéreas, levando algum perigo. O Corinthians, mesmo mal naquele momento do jogo, não abdicou de usar do toque de bola, de sair jogando e encontrou boas saídas no contra-ataque. Mesmo sem jogar tão bem, teve as chances mais perigosas.
A partir dos 25 do segundo tempo, a parte final do jogo. Aquela parte que deixou claro o que se vê na classificação. Era mais uma jogada normal, mas em um erro no sistema defensivo do Atlético, a bola sobrou para Jadson. Com um toque de muita classe, o craque do Brasileirão colocou a bola na cabeça de Malcom, o garoto que tantos gols perdeu e que não fazia boa partida. No contrapé de Victor, o gol que fez o vice-líder desmoronar. Na sequência, o mais contestado de todos os contestados brilhou. Vagner Love deu um lindo corte e bateu forte, com a força de um campeão. Se existiu um gol que decretou o futuro título do Corinthians, foi esse. 2 a 0, para não deixar dúvida.
Os minutos finais foram uma aula do Corinthians. Leve, solto, com uma alegria indisfarçável, jogou bonito. Driblou, tocou, pôs o Atlético, o imbatível em casa Atlético, na roda em pleno Horto. O garoto Lucca, que vindo do banco tinha mudado a história daquele Corinthians x Santos na Arena de Itaquera, deu um lindo voleio para completar a vitória. Uma vitória soberba o suficiente para não deixar o grito de “é campeão” entalado na garganta do corintiano. Agora é só esperar a matemática confirmar o que todo mundo já sabe. O hexa vem aí…
Chapecoense 0 x 0 Atlético Paranaense
Um jogo tão chato e que passou tão desapercebido que ninguém teria notado ou reclamado se não tivesse acontecido. Os dois times já estão na turma do Feliz 2016, de modo que pouco e esforçaram, ainda mais porque vêm de eliminações recentes na Copa Sul-Americana. O Atlético foi melhor enquanto cada time teve 11 jogadores, mas a partir da expulsão de Marcos Guilherme sofreu um bocado para segurar um dos 0 a 0 mais insuportáveis desse Campeonato.
Santos 2 x 1 Palmeiras
No aperitivo da final da Copa do Brasil, um jogo que simboliza bem as diferenças entre os dois times. Por trás do domínio do Santos, está escondido um equilíbrio tentado pelo Palmeiras na maior parte do jogo. Em alguns momentos, isso até foi alcançado. Os dois times tem muita qualidade e características um pouco parecidas. A diferença, assim, vem no ponto fraco de ambos, que é o sistema defensivo. O grande mérito de Dorival Júnior foi organizar o sistema defensivo do Peixe, que desde o começo do ano estava se especializando em entregar os louros que o melhor ataque do Brasil conquistava. Hoje, a defesa é mais sólida e oferece menos espaços.
O Palmeiras de Marcelo Oliveira, que em dado momento parecia justamente ter conquistado essa consistência, ainda não é assim. O primeiro gol do Santos, bem como todas as outras chances desperdiçadas pelo Peixe na primeira etapa, mostram uma sequência de erros de marcação que quase sempre deixaram o trio Lucas Lima-Gabigol-Ricardo Oliveira livres para fazer o que quisessem. Não é exagero dizer que o jogo poderia ter acabado no primeiro tempo, o que só não aconteceu por conta dos inúmeros erros de finalização.
No segundo tempo, o Santos enfim conseguiu encaminhar sua vitória com um gol de Ricardo Oliveira e aí deu uma relaxada. O Palmeiras descontou e ensaiou uma pressão no final, mas não fez o suficiente para merecer o empate. Se fosse na Copa do Brasil, pelo que foi o jogo, seria uma goleada a favor do Palmeiras este 2 a 1. No Brasileirão, é mais uma derrota e a prova de que muita coisa tem que ser acertada até o dia 25.
É complicado… O Flamengo vinha fazendo um grande jogo na Arena do Grêmio. Começou com uma surpreendente marcação adiantada e sufocou o time da casa. A falta de compactação atrapalhou na criação de jogadas, mas, no primeiro tempo, o Flamengo pouco foi incomodado. Ainda levou algum perigo nas jogadas que conseguiu criar e vinha fazendo uma partida digna daquele Flamengo de seis vitórias consecutivas. Tanto que o Imortal, que não jogou mal, pouco conseguiu ditar o seu ritmo nos 45 minutos iniciais.
Mas é complicado… Em uma falha absurda do sistema defensivo do Mengão, o Grêmio foi preciso e não bobeou. Saiu na frente e ficou mais tranquilo. O Flamengo ainda tentou revidar e vinha mais uma vez muito bem até receber o golpe de misericórdia, que foi a expulsão do Guerrero. A expressão do técnico Oswaldo de Oliveira naquele momento foi o símbolo de que ali o jogo havia acabado. O segundo gol do Grêmio, a despeito do ótimo lançamento para Bobô, é gol de fim de churrasco, convenhamos… O Flamengo não vê a hora de 2016 chegar, o Grêmio entra de vez na luta pelo simbólico vice-campeonato.
Vasco 0 x 1 Fluminense
Se o Corinthians decretou de vez o seu título, o Vasco já carimbou praticamente em definitivo o passaporte para mais uma Série B. Com uma tabela extremamente ingrata pela frente, o cruzmaltino tinha sua última cartada contra o Flu. E jogou inacreditavelmente mal. Aliás, os dois times fizeram um primeiro tempo muito ruim. O Fluminense perdeu totalmente a motivação após a queda na Copa do Brasil, enquanto o Vasco viu, após muito tempo, a deficiência técnica sobrepor a vontade.
Mesmo sem esbanjar vontade, o Fluminense controlou o jogo apenas jogando na deficiência do rival. Com muitos espaços no ataque e poucos motivos para se preocupar na zaga, o Flu ficou com alguma liberdade e abriu o placar ainda na primeira etapa. Desespero, o Vasco fez mais 45 minutos muito ruins, mas agora, usando novamente um termo que usei para o Coritiba, com uma batalha comovente. Uma batalha que nem era contra um Fluminense sonolento e investindo apenas em contra-ataques, mas contra si mesmo, contra sua própria fraqueza. O Vasco tentou de tudo e errou tanto quanto tentou. Fim de jogo, quase fim de caminhada.
Goiás 2 x 1 Internacional
O Internacional é um caso impressionante de seguidas decepções nesse Brasileirão. Pegando aquele que é, hoje, o time mais fácil de ser batido no Brasileirão, fez um primeiro tempo bom, mas muito abaixo do que o abismo técnico entre os times sugeria. Saiu na frente em um gol bonito de Valdívia, mas seguia ali com o freio de mão puxado. E estava dando certo porque era difícil imaginar uma reação do Goiás. Mas o Inter, em seis minutos, conseguiu ressuscitar um dos mais moribundos times desse torneio. Com duas falhas absurdas na zaga, tomou a virada e sequer esboçou uma reação. A matemática ainda ajuda, mas é muito fácil prever que ainda virão alguns outros tropeços como esse no Campeonato.
Classificação
Assim está o Brasileirão a quatro rodadas do fim.
Público e Gols
– Após uma rodada ridícula em termos de público, a média do campeonato caiu para 16.927 torcedores por jogo, pouquíssimo à frente da média de 2009 após 33 rodadas, que era de 16.902. Nos outros anos, foi de 12.389 em 2006, 16.243 em 2007, 16.191 em 2008, 13.988 em 2010, 14.611 em 2011, 12.674 em 2012, 14.626 em 2013 e 15.822 em 2014.
– Até agora, foram 781 gols no Brasileirão. A esta altura, eram 896 em 2006, 885 em 2007, 847 em 2008, 933 em 2009, 833 em 2010, 890 em 2011, 811 em 2012, 816 em 2013 e 737 em 2014.
Palpites para a 34ª rodada
Internacional x Ponte Preta – Sábado, 7/11, às 17h, no Beira-Rio, em Porto Alegre
Nessa gangorra que é o Inter no Brasileirão, agora é a hora de uma vitória importante contra um time forte. 2 a 1 para o Colorado.
Corinthians x Coritiba – Sábado, 7/11, às 19h30, na Arena Corinthians, em São Paulo
Praticamente campeão, o Corinthians deve fazer uma exibição daquelas apoteóticas para coroar a conquista, já que enfrenta o fraquíssimo time do Coritiba em seus domínios. Vou colocar goleada só por colocar. 4 a 0 para o Corinthians.
Atlético Paranaense x Avaí – Sábado, 7/11, às 19h30, na Arena da Baixada, em Curitiba
O Atlético precisa logo arrumar uma vitória para entrar na turma do feliz 2016. Esse é um bom jogo para tal. 2 a 0 para o Furacão.
Fluminense x Chapecoense – Sábado, 7/11, às 21h, no Maracanã, no Rio de Janeiro
A Chapecoense é outra que já está quase de férias, tal como o Fluminense. Por jogar no Maracanã, vou apostar no Fluminense. Vitória Tricolor por 1 a 0.
Cruzeiro x São Paulo – Domingo, 8/11, às 17h, no Mineirão, em Belo Horizonte
Por mais que o São Paulo venha fazendo bons jogos no Brasileirão, eu ainda acho esse jogo muito complicado para o Tricolor. Cruzeiro vem muito bem nos últimos jogos e deve vencer. Celeste leva a melhor, 2 a 0.
Flamengo x Goiás – Domingo, 8/11, às 17h, no Maracanã, no Rio de Janeiro
Olha… Se não ganhar esse, não ganha mais. Jogando em casa, contra o Goiás, só com um esforço absurdo para não levar três pontos. 1 a 0 para o Flamengo.
Figueirense x Atlético Mineiro – Domingo, 8/11, às 17h, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis
Para decretar de vez o fim do Campeonato, um empate em Florianópolis. Para a gente agradecer muito ao gênio que montou essa tabela e fez o Corinthians ser campeão sem jogar. Empate em 1 a 1.
Palmeiras x Vasco – Domingo, 8/11, às 17h, no Allianz Parque, em São Paulo
Agora eu acho que nessa reta final o Vasco vai virar aquele saco de pancadas que foi em determinado momento. Depois de domingo, não tem mais de onde tirar forças. 3 a 1 para o Palmeiras.
Joinville x Santos – Domingo, 8/11, às 18h, na Arena Joinville, em Joinville
Outro que está com a vaga na Série B encomendada, o Joinville ainda pode complicar um pouco a vida de alguns grandes em sua Arena. O Santos não tem se saído bem em Santa Catarina, corroborando com meu palpite. Tudo igual, 1 a 1.
Sport x Grêmio – Domingo, 8/11, às 19h30, na Ilha do Retiro, no Recife
O melhor jogo da rodada. Equilibrado e valendo muito para ambos os times. Palpito levando em conta o fator casa. Vitória do Sport por 2 a 1.
O que pode ser definido na rodada
Título do Corinthians
O que precisa acontecer: vitória do Corinthians contra o Coritiba em sua Arena e empate ou derrota do Atlético Mineiro em Florianópolis contra o Figueirense. Simples assim.
Atlético Mineiro na fase de grupos da Libertadores
O que precisa acontecer: para garantir nessa rodada uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores, o Galo precisa vencer em Florianópolis e torcer pelos seguintes resultados: derrota do Santos em Santa Catarina para o Joinville e derrota do São Paulo para o Cruzeiro em Belo Horizonte.
Atlético Mineiro na Libertadores
O que precisa acontecer: para garantir uma vaga no G-4, mesmo que ainda podendo ficar em quarto e disputar aquela fase eliminatória inicial, outras combinações além da descrita anteriormente servem ao Galo: basta vencer e torcer por apenas um daqueles dois resultados.
Atlético Mineiro nas oitavas de final da Copa do Brasil
O que precisa acontecer: o melhor colocado no Brasileirão que não for para a Libertadores, entrará direto nas oitavas de final da Copa do Brasil. O Galo garante essa vaga se vencer o seu jogo em Florianópolis.
Simulador
Simulando as últimas cinco rodadas, cheguei à seguinte classificação final.