Chegou a hora! Dentro de pouco mais de 48 horas terá início o Carnaval! Esse conceito, na verdade, é relativo para nós que acompanhamos a festa o ano inteiro. Na verdade, estamos perto do começo do fim de mais um Carnaval. Tal como para os chineses, quem é do Carnaval tem um Réveillon particular. Termina na semana que vem, portanto, mais um ano carnavalesco se encerra após meses de expectativas por contratações, enredos, sinopses, divulgação de sambas concorrentes, finais de samba, gravações de CDs, ensaios técnicos, debates, projeções, polêmicas, etc. E são esses meses que nos fazem chegar ao dia dos desfiles com algumas expectativas formadas quanto ao que será apresentado. E esse ano carnavalesco, afinal de contas, é o ano da águia? É o ano do pavão? Do beija-flor? Ou não é ano de bicho nenhum?
Ah, a briga pelo título no Grupo Especial… Dizer que é o “carnaval mais equilibrado dos últimos anos” é repetir o que já foi dito em 2015 e antecipar o que será dito em 2017, mas a verdade é que não me recordo de um ano com tantas reais candidatas ao título. São pelo menos cinco candidatas reais formando um grupo em que se pode destacar três delas. Para boa parte das pessoas, e aqui me incluo, o grupo das grandes favoritas é encabeçado pelo Acadêmicos do Salgueiro e é justamente a Academia que pode provar que, embora todo ano tenha Carnaval, um título pode ser construído passo a passo através de muito tempo.
Depois de altos e baixos, o Salgueiro ressurgiu como potência em 2007, com o enredo “Candaces”, que acabou em um contestado sétimo lugar. Logo na sequência emplacou um vice e um título e se acostumou então a todo ano, com raríssimas exceções, brigar pelo título. Não conseguiu ser campeã de novo, mas fez desfile para isso sempre. O segredo passa por uma estrutura organizada: mesmo carnavalesco, mesmos intérpretes (chegaram Leonardo Bessa e Serginho do Porto em 2011 e saiu Quinho em 2014, apenas), mesmo diretor de bateria e, acho que já dá pra dizer, posições consolidadas de mestre-sala e porta-bandeira. Uma equipe homogênea, que tem a confiança de sua diretoria mesmo quando os resultados não são bons como se imaginava. Isso sem falar na estrutura de sua quadra, que é uma fonte de renda e de exposição midiática. O Salgueiro erra e erra muito e por isso talvez tenha apenas um título neste século. Mas é uma escola sempre pronta para vencer. É a escola que faz tudo certo de março a fevereiro e que tem planejamento.
Mas o que faz do Salgueiro tão favorito esse ano é o acerto dentro do acerto. A equipe é a mesma, a estrutura é a mesma, mas há tempos a Academia não acertava tanto a mão em um enredo e, principalmente em um samba. Popular sem ser popularesco, o samba tem tudo para conquistar o público. Desfilando no horário nobre da TV, o Salgueiro chega ao Setor 1 com o peso do favoritismo, o que sempre pode atrapalhar. Mas não chega a ser preocupante. Mais do que favorito para o público, o Salgueiro é favorito para si mesmo. A confiança e a segurança de quem sabe que vem trabalhando há muito tempo para levantar a taça podem e devem fazer a diferença.
Ah, se fosse fácil como parece… No domingo, outras duas escolas entrarão na Avenida como fortes candidatas a ameaçar a décima estrela da Vermelho e Branco. Uma delas é a Beija-Flor. Começou quietinha, com um enredo que foi um pouco criticado, uma posição de desfile trágica, um samba – como é mesmo que se diz quando queremos implicar com a Deusa da Passarela? – “funcional”, uns boatos de que a escola estaria “se segurando” por saber que não tem chances… E quando vimos lá estava a Beija-Flor rasgando o chão da Sapucaí no ensaio técnico e mostrando que tem que respeitar muito essa escola. Mostrando que a Beija-Flor nunca vem para “se segurar”. Claro que até pela posição de desfile e pela expectativa maior em torno das outras escolas ela não é tão favorita quanto em outros anos, mas não me soa nem um pouco absurdo imaginar a taça lá em Nilópolis outra vez. No ano em que completa 40 anos de escola, Neguinho da Beija-Flor vive um momento inspirado e merece também todas as reverências. Ninguém sabe pisar na Avenida que carrega o nome do homenageado no enredo como essa escola e como seu diretor Laíla, e ninguém sabe segurar aquele microfone tão bem quanto Neguinho. Ser terceira de domingo é ruim? Muito. Mas ruim mesmo é segurar a Beija-Flor.
Ainda no domingo aparece a escola que também é um pouco mais favorita que a Beija-Flor. A grande ameaça ao Salgueiro (grande, não única) é uma “vizinha”, a Unidos da Tijuca. Se o título salgueirense será um prêmio ao planejamento, o título da Tijuca seria a coroação de uma estrutura com capacidade de se renovar e se reinventar. Alçada ao posto de grande escola pelas mãos de Paulo Barros, a escola do Borel foi posta em xeque quando Paulo saiu, ainda que tivesse feito bons carnavais sem ele em anos anteriores. Mas Mauro Quintaes e sua comissão mostraram no desfile sobre a Suíça – que carregava o ônus de um enredo fraco e de um samba sem muita qualidade – provaram que a Tijuca não era só Paulo Barros. Agora, com um enredo mais brasileiro e um dos sambas mais lindos de sua história recente, a escola não é mais vista com desconfiança. Vai voltar a pisar na Avenida como certeza de um grande desfile e de uma comunidade forte. Um título seria a consagração de uma gestão eficiente capitaneada por Fernando Horta e que ficou um pouco escondida em meio à genialidade do carnavalesco dos três títulos recentes da escola.
Por falar em Paulo Barros, é ele um dos responsáveis pelo Carnaval de uma das duas escolas que, se aparecem ligeiramente atrás das três citadas anteriormente, estão muito longe de serem azarãs. A Portela, depois de tentar de tudo para acabar com o jejum de 32 anos que teima em não ser quebrado, apostou no estilo hollywoodiano do carnavalesco da moda. A união entre tradição e modernidade rendeu um ótimo samba e traz uma Portela forte como nos últimos dois anos, mas agora sem o peso do favoritismo que atrapalhou visivelmente a Águia de Madureira em 2015. Não é mole entrar na Avenida com a responsabilidade de ser pela primeira vez uma grande favorita. Agora, sem esse peso, transferido para outras escolas, quem sabe o jejum não é quebrado? E cabe aqui destacar: não é brincadeira o que a gestão de Serginho Procópio e Marcos Falcon conseguiu nessa escola. Eles e toda a diretoria pegaram uma terra arrasada e conseguiram fazer a escola brigar pelo título três vezes em três anos. Esse é o último carnaval desse primeiro ciclo da diretoria e, mesmo que o título não venha, o dever foi cumprido. E vale a máxima salgueirense: se brigar todo ano pelo título, uma hora ele virá. O segredo é estar sempre entre as primeiras, batendo na trave. Se não for esse ano, pode ser o ano que vem, ou no outro. Mas uma hora vem.
Fechando o grupo das favoritas, um caso peculiar. Coisa de cinco anos atrás, a Imperatriz Leopoldinense vivia o pior momento de sua história no Sambódromo. O fim da Era Rosa Magalhães fez a escola se apequenar, sofrer para ficar entre as seis primeiras em um ano com apenas nove escolas competindo, e até mesmo sentir-se ameaçada de rebaixamento ou pelo menos de abrir os desfiles de segunda-feira. Tudo isso ainda com a pecha de escola antipática trazida pelo contestável tricampeonato na virada do milênio. A chegada de Cahê Rodrigues rejuvenesceu a escola, deu novo fôlego ao povo de Ramos e surpreendeu o público já no primeiro ano, com um lindo desfile sobre o Pará. Novamente cercada de expectativa, a Imperatriz resolveu tentar ganhar o público apostando em enredos sobre Zico e sobre a África. O título não veio – aliás, nem esteve perto -, mas a escola voltou a estar no centro das atenções. O terreno estava preparado para o grande “golpe” de popularidade, no melhor sentido da expressão.
A outrora “certinha”, “fria” e “técnica” Imperatriz, seja lá o que isso signifique, quer ser campeã com um enredo sobre Zezé di Camargo e Luciano. Quer arrebatar o público para conquistar os jurados. Um plano interessante, mas que, imagino, nem nas mais otimistas visões de sua diretoria seria amparado por um dos sambas mais fantásticos dos últimos anos. A história de dois goianos pobres que conquistaram o país deverá ter uma recepção apoteótica na Avenida. Consciente de que grito de “é campeã” no Setor 1 não enche barriga, a Verde e Branco reforçou seu time. Mestre Lolo é a aposta para resolver o problema da bateria e Marquinho Art’Samba é o investimento para ser a voz da escola nessa nova fase. A escola ainda tem problemas estruturais em relação às demais, mas é muita escola com muito enredo e muito samba para ser considerada zebra. Se das cinco que não devem ficar de jeito nenhum de fora do desfile das campeãs ela é a que menos chance tem de ser campeã, ela é também uma das que mais podem eternizar o Carnaval de 2016 na história.
Notem como eu citei cinco escolas praticamente certas entre as seis primeiras. E a última vaga? Fica para quem? Das sete escolas que sobraram, quatro estão na briga. A Grande Rio pode ter ido muitas vezes pro desfile das campeãs sem merecer, mas esse ano está forte na briga com ou sem a simpatia dos julgadores. Ainda não parece pronta para ser campeã, visto que perdeu fôlego, principalmente após o incêndio antes do desfile de 2011. Mas há uma nítida e louvável tentativa da Grande Rio de tirar de si mesma a marca de “escola dos artistas”. Mais jovem, mais descontraída e mais popular, tem um ótimo carnavalesco, uma boa bateria e um enredo com possibilidade de boa plástica. De repente, pode ficar até em posição melhor que o sexto lugar que a princípio deve ser o objetivo.
E o que dizer da Mangueira? A escola que tantas vezes decepcionou nos últimos anos chegou num décimo lugar tenebroso no ano passado. E renasceu. Renasceu com um enredo lindo, um samba maravilhoso, com uma homenagem como tantas que já fez com tremendo sucesso. Renasceu ainda por uma posição de desfile que lhe cai tão bem e renasceu na base do talento daquela que pode ser a maior revelação recente do Carnaval do Rio de Janeiro, o carnavalesco Leandro Vieira. A escola tem muitas dívidas, muitos problemas e não tem condições de brigar pelo título. Mas caprichando nos quesitos e emocionando a Avenida com um samba que é a sua cara e é um dos mais belos do ano, pode sim voltar ao desfile das campeãs, do qual não participa há quatro anos – recorde negativo absoluto na história da escola.
E sai da frente porque lá vem a São Clemente… Escola ioiô, escola “simpática”, escola para abrir desfile… Assim era vista a São Clemente até 2011, quando o incêndio na Cidade do Samba “salvou” a escola de um muito provável rebaixamento. E aí, quando se esperava que em 2012 a São Clemente brigasse décimo a décimo com a Porto da Pedra para ver quem cairia junto com a Renascer, lá veio a São Clemente… Linda, alegre, deixando todos boquiabertos e terminando num inaceitável 11º lugar. Pouco para o que foi o desfile, muito para quem conseguia ali se firmar no Grupo Especial pela primeira vez na história. Nem tudo foram flores, no entanto. Dois desfiles fracos nos dois anos seguintes mais o peso do acesso de uma gigante como a Viradouro colocaram a escola na linha de tiro novamente em 2015. E foi aí que a São Clemente mostrou mais uma vez que não é mais ioiô. É simpática, sim (e sempre será – quem é que não gosta desse pavilhão preto e amarelo?), mas não é boba.
O caso da São Clemente é muito curioso. Hoje em dia as escolas tem gestões empresariais, corporativas, mas na São Clemente é diferente. A São Clemente é uma escola literalmente de família. Do Presidente à rainha de bateria, tudo carrega o sobrenome Gomes que acompanha a escola desde o seu fundador, Ivo da Rocha Gomes. Hoje, o posto é ocupado pelo Renato Almeida Gomes, o Renatinho, o sucessor amparado pelos seus irmãos. E eles, que audácia!, foram lá e deram uma cartada surpreendente: foram atrás de Rosa Magalhães. Simplesmente a maior campeã do Sambódromo numa escola que nunca teve vergonha de sua humilde condição em relação às demais. Mas nem isso foi o suficiente para quebrar uma desconfiança (e aqui admito que desconfiei até o último minuto) que só foi quebrada no dia do desfile. A São Clemente passou como um rolo compressor e mostrou que era escola de Grupo Especial de fato, de direito e do que mais for.
Não, me deixe corrigir. Na verdade, a São Clemente é escola de desfile das campeãs, mostrou Rosa Magalhães em sua homenagem à Fernando Pamplona. A São Clemente revelou ali uma força digna de classificarmos a escola como uma resistência. O oitavo lugar foi pouco pro que foi o desfile, mas muito dado o contexto. Dentro de um espetáculo mercadológico que evolui ao sabor do pensamento de empresários engravatados (e é até bom que seja assim, registre-se), a São Clemente resiste como uma saudosa lembrança de tempos onde colocar uma escola na Avenida era se equilibrar em uma corda bamba. E viva a escola que sabe lembrar esses tempos sem confundí-los com amadorismo. A São Clemente vive e convive com as dificuldades de quem não tem nomes midiáticos ou sedes suntuosas, mas sabe trabalhar e não tem medo do trabalho. E isso é tão bom e tão importante quanto ver o Carnaval evoluindo em termos de gestão. Por isso, agora em 2016 a escola vem aí com um enredo alegre, um samba leve e cercada de expectativa como nunca antes na história. A briga pelo desfile das campeãs é real. A “simpática” quer ser grande do seu jeito e não há nenhum motivo para que alguém duvide disso.
A Mocidade Independente, depois de toda a decepção de 2015, vem com objetivos mais modestos, que é recuperar a vaga no desfile das campeãs que não vem desde 2003. É a menos cotada nesse grupo de quatro, porém. O enredo de difícil compreensão, o samba não muito popular e os enormes problemas internos ainda não sanados – como nota-se quando o diretor de harmonia se desentende com a direção da escola depois do ensaio técnico. Mas é uma escola popular, midiática, com bom aporte financeiro, com uma comunidade forte e esse desejado sexto lugar, primeiro passo na escalada rumo ao título, não pode ser descartado.
Por fim, temos Vila Isabel e União da Ilha tentando fugir do 11º lugar em um “confronto direto” de caminhos inversos. A União da Ilha viveu a glória de um quarto lugar em 2014 com um desfile maravilhoso. Em 2015, vinha bem também. Mas errou. Carro empacou, evolução errou e veio o nono lugar. Aí 2016 veio todo errado. A posição de desfile horrorosa – por escolha da escola! -, em meio a um samba fraco e a um enredo que não caiu no gosto popular, em um ano tão equilibrado, joga a escola nessa briga. Pode até ficar ali no meio da tabela, o que é uma vitória, pois devolve à escola boas condições para 2017. Mas, a princípio, briga para entrar no sorteio da ordem dos desfiles – e que aprenda a lição! Já a Vila, depois do sonho que culminou no título de 2013, viveu o pesadelo em 2014, onde surpreendentemente conseguiu uma posição melhor que à do bom desfile de 2015. Por bom, entenda-se digno, o começo de uma gradual evolução. Em 2016, com um samba fantástico e uma comunidade mais confiante, a ambição deve ser apenas sair desse 11º lugar incômodo e quem sabe até ficar algumas posições acima para andar mais degraus futuramente.
E tem ainda a Estácio de Sá. A missão de quem sobe é uma missão impossível. Para ficar, ou depende de um desfile muito acima da média (como União da Ilha em 2010) ou de uma tragédia absoluta de outra (como a Viradouro no mesmo 2010, uma irônica coincidência que queimou duas fichas para salvar uma escola só). Num ano onde as outras 11, umas mais, outras menos, estão todas bem preparadas, o Berço do Samba pode até merecer ficar, mas dificilmente conseguirá se manter na elite, visto que até mesmo na Série A não foi uma das mais luxuosas escolas quando se sagrou campeã. Mas é preciso ter esperança. Me agrada muito a preparação da escola. A Estácio, apesar de um ou outro erro (como a aposta na recuperação vocal de Wander Pires em um período de 16 ou 17 horas após sua apresentação em São Paulo com a Vai-Vai) tem feito tudo o que está ao seu alcance para errar o menos possível. Não tem mesmo muito mais o que fazer além disso se quiser fugir da Série A.
Por falar em Série A, lá tem briga boa também. Viradouro com o melhor samba do ano, Império Serrano emocionando com Silas de Oliveira e as emergentes Tuiuti e Unidos de Padre Miguel prometem uma ótima briga pelo título, onde Cubango e Império da Tijuca, outrora protagonistas, hoje são coadjuvantes. E ainda tem briga por posições que não fazem diferença prática, mas que ajudam a levantar a moral da escola. Inocentes, Renascer, Santa Cruz, Porto da Pedra e, vou ousar, a Rocinha, que volta à Sapucaí, não me parecem correr riscos de cair e devem lutar por boas posições que lhe garantam bons ventos para os anos seguintes – na Série A, vale e vale muito retrospecto recente nessa questão moral. A briga para fugir da Intendente Magalhães deve ser entre Alegria da Zona Sul, União do Parque Curicica (duas escolas que preparam bons carnavais, mas sofrem com problemas estruturais e econômicos) e a Caprichosos. A tradicional Caprichosos errou tudo e mais um pouco e as notícias que chegam do barracão de Pilares são desanimadoras. E ainda tem os desfiles da Intendente, de onde sairá uma escola para a Série A na Sapucaí.
É, chegou a hora. Tem Carnaval no Brasil inteiro, para todos os gostos e para o nosso também. A Avenida está pintada, os refletores estão acesos e já consigo ouvir, mesmo daqui, do interior de São Paulo, aquela batida característica do surdo que anuncia aos corações carnavalescos: que rufem os tambores, está começando o Carnaval do Rio de Janeiro!
Caro amigo Dahi,
Na minha concepção de tudo q vi e ouvi sobre esse pré Carnaval. sua análise é irretocável e a respaldo na íntegra. A divisão que vc faz é praticamente idêntica a minha ( só muda q eu coloco a Portela no mesmo patamar de Salgueiro , Tijuca e Beija Flor formando assim um grupo de 4 e não 3 postulantes ao título. No resto temos rigorosamente a mesma visão. Parabéns pela lucidez e embasamento de seu brilhante texto.
Abraços
Gil Fonseca
Valeu, Gil! Eu por um momento pensei em colocar a Portela nesse grupo, mas no fim das contas acho que ela fica um pouquinho atrás. Mas, claro, está mais perto da Beija-Flor que da Imperatriz.
Agora só p fazer vc se comprometer um pouquinho mais rs, qual na sua opinião será a sexta escola q completará o grupo q irá desfilar no sábado das campeãs. EU me arrisco em dizer que será a Mangueira. E você rs ?
Não comprometeu nada… E tanto não comprometeu que vou passar a classificação completa!
1) Salgueiro
2) Unidos da Tijuca
3) Portela
4) Beija-Flor
5) Imperatriz
6) Grande Rio
7) Mangueira
8) São Clemente
9) Mocidade
10) Vila Isabel
11) União da Ilha
12) Estácio de Sá
Agora sim rs. Já foi p meu caderninho essa classificação se juntando a do Brunão e do Carlos Alberto p na quarta feira de cinzas eu mandar a conta kkkkkkk. Se quiser o menu completo pode mandar tb a classificação do acesso aqui do Rio e do Especial ai de São Paulo q eles tb fizeram rs.
Por que não?
1) Viradouro
2) Tuiuti
3) Unidos de Padre Miguel
4) Império Serrano
5) Cubango
6) Renascer de Jacarepaguá
7) Inocentes de Belford Roxo
8) Porto da Pedra
9) Império da Tijuca
10) Rocinha
11) Santa Cruz
12) Caprichosos
13) Alegria da Zona Sul
14) União do Parque Curicica
São Paulo
1) Vai-Vai
2) Águia de Ouro
3) Mocidade Alegre
4) Império de Casa Verde
5) Dragões da Real
6) X-9 Paulistana
7) Vila Maria
8) Rosas de Ouro
9) Gaviões da Fiel
10) Tucuruvi
11) Nenê de Vila Matilde
12) Tatuapé
13) Peruche
14) Pérola Negra
Quer Acesso também? Lá vai.
1) Mancha Verde
2) Tom Maior
3) Camisa Verde e Branco
4) Leandro de Itaquera
5) Barroca Zona Sul
6) Colorado do Brás
7) Morro da Casa Verde
8) Imperador do Ipiranga
9) Independente Tricolor
Poderia fazer uma análise e perspectivas para São Paulo também Leonardo!
Desse jeito não vai dar tempo, mas já tem coisa preparada para SP.
Otimo!!
Como sou intrometido, vou deixar meus palpites aqui também:
Especial RJ:
1) Salgueiro.
2) Portela.
3) Beija-Flor.
4) Unidos da Tijuca.
5) Grande Rio.
6) Mangueira (até tenho esperança de mais, mas só acredito vendo).
7) Mocidade.
8) Imperatriz (acho que infelizmente vai rolar preconceito dos jurados).
9) São Clemente.
10) Vila Isabel.
11) União da Ilha.
12) Estácio.
Acesso RJ:
1) Império Serrano.
2) Viradouro.
3) Unidos de Padre Miguel.
4) Cubango.
5) Paraíso do Tuiuti.
6) Império da Tijuca.
7) Inocentes de Belford Roxo.
8) Porto da Pedra.
9) Santa Cruz.
10) Renascer de Jacarepaguá.
11) Caprichosos.
12) Alegria da Zona Sul.
13) União do Parque Curicica.
14) Acadêmicos da Rocinha (depois de Portela 2010, fica difícil, com todo o respeito, apostar no Alex de Oliveira).
Especial SP:
1) Vai-Vai.
2) Mocidade Alegre.
3) Império de Casa Verde.
4) Dragões da Real.
5) Águia de Ouro.
6) Rosas de Ouro.
7) Acadêmicos do Tucuruvi.
8) Vila Maria.
9) Gaviões da Fiel.
10) Nenê de Vila Matilde.
11) Acadêmicos do Tatuapé.
12) X-9 Paulistana.
13) Pérola Negra.
14) Peruche.
No Acesso SP só aposto que sobem Mancha Verde e Tom Maior.
Não acredito que a Imperatriz vá sofrer preconceito. A escola acertou ao apostar numa dupla amada pelo país e ainda tem um samba espetacular. Errar, pode errar. Preconceito, acho difícil.
Gostaria que fosse mais explicito quando diz que a Mangueira nao tem condiçoes de brigar pelo titulo e se nao ve problemas no enredo da Portela…
A Mangueira tem problemas estruturais graves, uma condição financeira deficiente em relação às demais e vai levar um tempo para se arrumar completamente. O enredo da Portela é perfeito pro Paulo Barros. Tem um errinho aqui e ali, mas meu único medo era se daria samba. Como deu, estou tranquilo.
Vou fazer uma aposta polêmica mas explicada…
1 Tijuca
2 Portela
3 Grande Rio ( se ela ficou em terceiro com aquele desfile ano passado, esse como aparenta ser melhor, fica no mesmo lugar )
4 Beija flor
5 Salgueiro ( escola muito favorita tem tendência a cometer erros bobos, vide Portela 2015 )
6 Mocidade ( tem alguns quesitos fortes, e ano passado só não voltou nas campeãs pelo desastre da comissão de frente e MS e PB )
7 Mangueira ( Acho que vai ser um espetáculo estético mas os outros quesitos ainda não tem aquela força das outras )
8 Imperatriz ( Apesar de ter um samba maravilhoso, acho que vai pecar em algumas coisas principalmente na estética )
9 São Clemente ( acho que fará um desfile melhor que do ano passado, mas como esse ano tá mais disputado, vai acabar sendo prejudicada por não ser tão forte politicamente como as outras )
10 Vila
11 ilha
12 Estácio ( Vai cair mas acho que fará um desfile mais emocionante e bonito que as duas de cima )
Então, é puro achismo, questão de opinião, espero que os torcedores não fiquem irritados, do jeito que sou azarado e não entendo nada, capaz da imperatriz ganhar só pra contrariar kkkkkk
É interessante você ter tocado nesse ponto… Tenho uma preocupação quanto a estética da Imperatriz. Em 2014 e, principalmente, 2015, houve uma clara tentativa de apresentar um conceito estético novo e o resultado não me agradou. Não acho que seja o suficiente para a escola sair da briga, mas é um ponto interessante.
minha avaliação sobre o rj;
1 salgueiro
2 beija-flor
3unidos da tijuca
4 portela
5 mangueira
6 imperatriz
7 são clemente
8 estácio de sá
9 vila isabel
10 união da ilha
11 mocidade
12 grande rio,sendo bem polemico
Ousado… rs
Pessoal, a chance da Curicica cair é ZERO. O barracão está bem legal, o samba é bom, o enredo é interessantíssimo, a bateria é ótima. A escola não foi bem em 2015 mas abrirá com louvor o sábado. Arrisco dizer que pode até pegar um lugar na metade de cima. A briga rumo a Intendentes é Caprichosos x Rocinha, com ligeira vantagem para a Rocinha. Isso levando em conta o barracão, claro, mas os quesitos e o momento político, que influencia e muito. A não ser que haja um problema de desfile, como quebra de alegoria ou ateliê que não entrega fantasias de última hora (ou forças ocultas), não vejo como outra escola cair. Até mesmo a Alegria estava com o carnaval 95% pronto no início da semana passada. Para o título há muito equilíbrio e não me arrisco a apostar em uma escola apenas. A Viradouro terá que driblar certa má vontade que tem sido notada com a escola que acabou de descer. Lembrem-se dos resultados recentes de quem veio do Especial. Se no Especial o último lugar é quase cativo de quem subiu, na Série A ocorre dinâmica semelhante. Uma espécie de volta para a fila. Bater e voltar não acontece desde 2008! Embora, falando de Especial, não apostaria todas as minhas fichas na queda da Estácio não…
Já o Desfile das Campeãs muda apenas uma participante. Se mudar. Ficaria bem surpreso com a entrada de duas novas (como Mangueira e São Clemente). Quem sairia para elas entrarem?
Posso fazer uma confissão até um pouco envergonhada? Desde mais ou menos agosto eu tenho uma sensação inexplicável de que algo dará errado com o desfile da Curicica. Tomara que eu esteja completamente errado.
Ah, acabei esquecendo de comentar o resto. Mesmo consciente de que esse meu feeling macabro não serve de nada (só para me guiar em um palpite que me deixa em dúvida desde março do ano passado), acho que a Curicica corre riscos sim. O fato de abrir os desfiles pode impactar tanto no ânimo dos componentes quanto no rigor dos jurados. Deve realmente estar mais forte que as outras, mas chega com a marca de um Carnaval ruim no ano passado e pode sofrer com isso. Cabeça de jurado é um mistério.
Quanto ao acesso, é um fato. Mas a verdade é que há tempos uma escola não voltava com tanta força pro segundo grupo. Nem o Império da Tijuca, que voltou por cima dadas as circunstâncias, vinha tão forte quanto a Viradouro esse ano. Não faço distinção entre as quatro que citei, mas, se tiver que apostar, vou de Viradouro.
Sobre o Acesso, eu acho que não sai de Império Serrano ou Tuiuti
Subiu a Viradouro rs
Respeito os feelings mas reafirmo. Curicica só cai se for carta marcada. Pelo barracão e vários outros quesitos a chance é zero. Vi doze dos catorze barracões e o da Curicica está bem bacana. Melhor, disparadamente melhor, que pelo menos quatro ou cinco. Detesto apostas. Nunca joguei em mega sena e odeio cassinos. Mas, se tivesse que casar meu dinheirinho suado, não casaria na subida da Viradouro. Embora eu não seja louco de não colocá-la no pelotão da frente. Também é apenas uma sensação.
Ligeira impressão que o Gil escreveu a mesma coisa que eu… hahahahahahaha
Pra não ficar ambíguo…na briga Caprichosos x Rocinha acho que a Rocinha está em vantagem. Ou seja, que cai a Caprichosos. Se eu gostasse de apostas…
Sem delongas:
ESPECIAL RIO
1) Salgueiro
2) Beija-Flor
3) Unidos da Tijuca
4) Imperatriz
5) Mangueira
6) Mocidade
7) Portela
8) Grande Rio
9) São Clemente
10) Vila Isabel
11) União da Ilha
12) Estácio.
ACESSO RIO
1) Unidos de Padre Miguel
2) Viradouro
3) Império Serrano
4) Império da Tijuca
5) Cubango
6) Inocentes de Belford Roxo.
7) Renascer de Jacarepaguá
8) Porto da Pedra
9) Santa Cruz
10) Paraíso do Tuiuti
11) Caprichosos
12) Alegria da Zona Sul
13) Acadêmicos da Rocinha
14) União do Parque Curicica
ESPECIAL SÃO PAULO
1) Dragões da Real.
2) Vai-Vai
3) Mocidade Alegre
4) Águia de Ouro
5) Rosas de Ouro
6) Império de Casa Verde
7) Gaviões da Fiel
8) Acadêmicos do Tucuruvi
9) Vila Maria
10) X-9 Paulistana
11) Acadêmicos do Tatuapé
12) Peruche
13) Nenê de Vila Matilde
14) Pérola Negra
ACESSO SÃO PAULO
1) Tom Maior
2) Camisa Verde e Branco
3) Mancha Verde
4) Leandro de Itaquera
5) Imperador do Ipiranga
6) Colorado do Brás
7) Barroca Zona Sul
8) Morro da Casa Verde
9) Independente Tricolor
Mais palpites ousados…